O cientista Rupert Sheldrake propôs a existência dos Campos Morfogenéticos: estruturas invisíveis que armazenam informações e memórias coletivas de espécies.
Esse conceito transforma radicalmente a forma como encaramos as refeições.
Quando consumimos um prato, não absorvemos apenas biomoléculas, mas a memória do campo morfogenético daquele ingrediente.
Receitas de família, rituais de preparo e orações de gratidão reforçam campos de cura e pertencimento.


Este artigo faz parte de uma série sobre os temas de Alquimia Viva, livro em que ciência, espiritualidade e saberes ancestrais se encontram no alimento, na palavra e no corpo.

O livro
Alquimia VivaCiência, espiritualidade e poesia para revelar a energia sutil que habita os alimentos, as palavras e o corpo.
No próximo artigo: A cozinha como altar: transformando o cotidiano em medicina vibracional

