domingo, 26 de novembro de 2017

Temperos Medicinais: Sinergia e Segurança

Existem cerca de 250 mil espécies de plantas vivas no planeta Terra.

Deste a antiguidade até os dias de hoje, as plantas foram valorizadas pelo homem por suas propriedades nutricionais e medicinais.

A partir de 1897, quando o ácido acetil salicílico sintético (aspirina) foi introduzindo no mundo e ao longo do século XX, as plantas foram perdendo seu vínculo histórico com a saúde humana. Nesse intervalo de tempo, mais atenção foi dispendida às moléculas sintéticas do que aos produtos vegetais.

Felizmente, o homem percebeu o seu erro e atualmente estamos assistindo um retorno do seu uso na saúde humana, na forma de alimentos funcionais e suplementos dietéticos.

As “plantas culinárias”, que incluem frutas, vegetais, ervas, especiarias, castanhas e nozes podem conter um pequeno número de compostos primários produzidos pela fotossíntese e na sequencia produzir diversos metabólitos secundários para protege-las contra uma variedade de estresses ambientais.

Por exemplo, em algumas espécies de plantas, substâncias como os glicosídeos, contidos em seus componentes bioativos, fazem com que elas sejam desagradáveis ou não palatáveis, reduzindo assim a atração e o consumo por animais.

Os carotenóides, por exemplo, têm a capacidade de facilitar a dissipação do excesso de energia absorvida como calor, em condições de intensa exposição solar e desempenham um papel fundamental no processo de fotoproteção. Eles também exercem funções importantes na coleta de luz, em condições de pouca luminosidade.

A inteligência de adaptação de inúmeras espécies de plantas é surpreendente. Elas possuem a flexibilidade de alterar a composição dos carotenoides das folhas em resposta ao ambiente de sombra, que tem alta demanda de coleta de luz ou de locais totalmente expostos ao sol, com alta demanda por fotoproteção.

Muitas dessas plantas, geralmente são classificadas como “adaptógenas”, termo que caracteriza um produto natural com capacidade de aumentar a resistência do organismo ao estresse.



Muitos estudos epidemiológicos de grande amplitude, mostraram que os benefícios para saúde das ervas e especiarias, além de suas vitaminas, minerais e fibras, são atribuídos aos seus componentes bioativos, que são seus fitoquímicos. 

Numa definição mais ampla, fitoquímico é qualquer composto derivado de plantas. Nesse contexto, usamos o termo para referirmos às substâncias químicas não-essenciais e ativas de uma planta, que possuem propriedades dietéticas, protetoras ou curativas. Também podem ser chamadas de nutracêuticos, pois reúnem propriedades para nutrir e medicar ao mesmo tempo.

Plantas culinárias & plantas medicinais
As ervas e especiarias são alimentos consumidos diariamente, há milhares de anos, por bilhões de pessoas. Elas não são drogas, mas também são usadas para prevenir e curar doenças. Geralmente há uma diferença quando elas são usadas para temperar e para medicar. 

Quando uma planta culinária é usada como medicamento, geralmente são empregadas maiores quantidades do que quando a mesma planta é usada para temperar. O alho é um bom exemplo disso. Existem fitoquímicos no alho, que se consumidos excessivamente, são pró-oxidantes e altamente cancerígenos.

Sinergia
Muitos dos efeitos quimioprotetores dos fitoquímicos são reforçados pela presença de outros fitoquímicos da mesma planta ou encontrados em outras ervas e especiarias.

O aumento da biodisponibilidade de curcumina, o valioso fitoquímico medicinal encontrado na cúrcuma, pode ser potencializado com os bioflavonóides presentes na pimenta preta, que trabalham sinergicamente ampliando os benefícios.

Cada vez mais, essas interações sinérgicas entre fitoquímicos tem sido reveladas. Por isso é benéfico e recomendado consumir pequenas quantidades de uma variedade grande de ervas e especiarias todos os dias. Pensamos nisso, quando elaboramos os nossos blends de temperos.

Por outro lado, a interação sinérgica entre diferentes fitoquímicos tem implicações relacionadas à toxicidade do produto final. Conhecendo a bioquímica dessas ervas e especiarias e estudando as melhores interações e doseamento, nossos produtos foram desenhados para incorporar seus ingredientes sinérgicos, em quantidades adequadas e seguras, evitando que ocorram reações adversas ou efeitos colaterais ao consumi-los.


Fatores de risco
Em qualquer circunstância, qualquer substância ingerida, até mesmo em quantidades normalmente consideradas seguras, pode tornar-se um risco para a saúde. Os efeitos químicos de uma substancia no corpo, pode causar reações alérgicas ou interações medicamentosas indesejáveis.

Minha mãe, por exemplo, não pode comer espinafre cru ou cozido. Se consumir, mesmo em pequenas quantidades, é acometida por horríveis desconfortos gastrointestinais, cólicas e outros sintomas. Acredito que seu organismo reaja ao ácido oxálico presente no espinafre, que interage com o ferro e o cálcio, impedindo que o corpo os absorva.

Por curiosidade, o ácido oxálico é um anti-nutriente, cuja dose letal é de 1500mg. Logo, uma pessoa alérgica pode morrer, consumindo muito menos que isso. Na Alemanha, as caixas de espinafre vendidas nos supermercados têm uma “caveirinha”, um alerta de perigo. Se o Popeye, do desenho animado, comesse todo aquele espinafre na vida real, estaria mortinho.

Como cada organismo é um universo, não podemos infelizmente, ter uma solução para tudo!

Mas podemos estudar, acompanhar o avanço das pesquisas e ter a preocupação contínua de prevenir e minimizar todos os riscos.  As ervas e especiarias são alimentos seguros, consumidos em todo o planeta, há milhares de anos. Na literatura existem raros relatos de reações alérgicas.

Quando evitar o consumo
O consumo de alimentos intensamente temperados, embora sejam altamente seguros, devem ser evitados nos 3 primeiros meses de gravidez. No período restante, todas as especiarias e ervas devem ser consumidas com moderação. O consumo durante a lactação, pode alterar o sabor do leite materno e em alguns casos causar cólicas ao lactante, sugerimos que sejam evitadas.

Os alimentos de crianças menores que 5 anos, devem ser levemente temperados e as quantidades progressivamente aumentadas, na medida que envelhecem. Mas isso é cultural. Na Malásia, Indonésia, Singapura e região, são encontrados no varejo, papinha de bebê com pimenta. E nesses países, as quantidades de pimenta nos alimentos, não são para os fracos!



Bom senso, variedade e moderação
A melhor maneira de garantir a obtenção dos melhores benefícios para saúde que as ervas e especiarias oferecem, sem riscos de efeitos colaterais, é usar regularmente uma grande variedade delas, em quantidades normais.

Se houver a preocupação de que seu consumo possa representar algum risco para saúde, é importante consultar um médico antes de consumir. Da mesma forma, se suspeitar de alguma reação adversa, causada por algum tempero, ele deve ser removido da dieta e verificado se é mesmo o responsável pela reação.

Em toda minha vida, conheci apenas uma italiana que se dizia alérgica à manjerona, por ironia do destino.

Aproveite a miríade de benefícios protetores que os fitoquímicos das ervas e especiarias podem oferecer e reduza as chances de desenvolver algumas das mais perigosas doenças do mundo moderno, incluindo câncer, doenças cardiovasculares, diabetes, Parkinson e Alzheimer.

Nós oferecemos misturas de especiarias, elaboradas com os melhores ingredientes, alguns compostos por mais de 20 ingredientes diferentes, com formulações que priorizam a sinergia entre seus fitoquímicos, maximizando assim seus benefícios para a saúde e paladar.

Cada um dos nossos temperos, foram cuidadosamente planejados. São receitas tradicionais inspiradas nas principais culinárias do planeta. Eles agregam toda a sabedoria milenar, testada ao longo da história de seus usos culinários.


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Alimente seu corpo com exercícios e bons alimentos, sua alma com meditação e fé. Seu cérebro com desafios e oxigenação. Acredite sempre, tenha compaixão, empatia e gratidão. 

Tenha uma vida longa, saudável e feliz! 

Ozana Herrera



domingo, 12 de novembro de 2017

Temperos Medicinais: Uma receita para a cura.


O mundo ocidentalizado tem se tornado cada vez mais doente. A saúde dos nossos corpos é o resultado de tudo que colocamos dentro deles.  Cada dia mais estamos nos afastando das saudáveis dietas adotadas pelos nossos sábios ancestrais. E se isso não bastasse, ainda estamos consumindo quantidades desnecessárias de carboidratos e gorduras.

A industrialização da agricultura, os métodos prejudiciais de processamento de alimentos e a nossa crescente dependência de alimentos prontos ou pré-processados levaram a uma exclusão dramática de muitas substâncias importantes para a eficiência nutricional do nosso organismo.

Estamos comendo cada vez menos fibras vegetais, um dos componentes dietéticos mais importantes para a saúde. Todos sabem que no processo de refinamento dos alimentos, o conteúdo de fibras das plantas é eliminado e junto com elas importantes nutrientes são perdidos.

Um alimento que tinha a arquitetura perfeita e completa para nos nutrir, perde muitas vezes as suas melhores qualidades. E o não consumo desses nutrientes é o que torna nosso organismo suscetível a várias doenças, principalmente as cardíacas e a diabetes.

Existem diversos outros grupos de substâncias que ocorrem em vários alimentos que já deixamos de consumir ou não consumimos em quantidades suficientes, os quais são vitais para a manutenção da saúde e prevenção de doenças crônicas.

A herança genética responde a 30% da probabilidade de adquirirmos uma doença. Os restantes 70% estão ligados ao estilo de vida. Conclui-se que são as nossas dietas um dos principais desencadeantes de todos os males que nos afligem.

Sem entrar no mérito de outros problemas graves que afetam diretamente a nossa saúde, como a poluição e contaminação ambiental, fatores que afligem todo o planeta, uma questão mais básica é motivo de preocupação e alerta.

Os alimentos que consumimos não oferecem mais os mesmos nutrientes que ofereciam há 50 anos atrás. Nem em quantidades, muito menos em qualidade. As técnicas de melhoramento alteraram a maior parte das plantas comestíveis do planeta para a domesticação e depois para a introdução de características desejáveis, geralmente com finalidades econômicas ligadas à produtividade.

Muitos nutrientes se perderam nesse longo caminho e continuam cada vez mais sendo perdidas muitas características. Basta observar a alteração de sabor, cor, aroma, textura, "shelf life" de frutas, verduras e legumes ao longo do tempo.

Outro fator importante é o empobrecimento dos solos. Na ECO-92, realizada no Rio de Janeiro no século passado, a ONU já declarava o empobrecimento dos solos em todo planeta e desde então pouco foi feito para neutralizar esse problema. 

Um solo produtivo, após sucessivas queimadas, monocultura e uso de agrotóxicos deixa de ter as propriedades necessárias para sustentar seu ecossistema.

O manejo da terra, que antes usava adubo orgânico e autorregenerava, hoje usa os “fertilizantes químicos” que colaboram ainda mais para o empobrecimento do solo.

Se os alimentos que são produzidos sofrem carências de nutrientes, o que comemos também tem deficiências e logo o nosso corpo também está carente dessas substâncias e predisposto a doenças.

Infelizmente a medicina convencional, que exerce o papel curativo e não preventivo, ainda não consegue enxergar que a origem da maior parte dos problemas de saúde contemporâneos tem suas raízes na nutrição.  

Felizmente, já há alguns anos, uma linha de pesquisa que vem despontando em importantes centros de estudos em todo mundo, vem desvendado o papel que as ervas e especiarias culinárias comuns desempenham na prevenção e tratamento de doenças graves.

Algumas das substâncias químicas identificadas nessas plantas estão sendo testadas como tratamentos para doenças cardíacas, diabetes, câncer, Alzheimer, Parkinson entre outras.

Seguramente, o papel profilático dessas ervas e especiarias e seus poderosos fitoquímicos nos proporcionam a possibilidade de prevenirmos e evitarmos naturalmente o aparecimento dessas doenças letais e dispendiosas.

As evidências epidemiológicas que indicam os efeitos “medicinais” das ervas e especiarias culinárias são crescentes. Estudos tem demonstrado que determinados grupos populacionais que consomem grandes quantidades desse tipo de alimento, tem menor incidência de uma ou mais doenças. Um destaque são as pesquisas que apontam a canela para o tratamento da diabetes e a curcumina (um derivado da cúrcuma ou açafrão da terra) que tem se mostrado uma grande promessa como terapia para o câncer.

Os grandes grupos farmacêuticos não tem interesse em pesquisar esses tesouros da natureza e encontrar solução para inúmeras doenças que tem sido o flagelo da nossa civilização.

A razão é simples, não são permitidas patentes de substâncias que existam na natureza. Para se explorar economicamente uma droga, ela precisa antes ser sintetizada e depois ser patenteada. 

Algumas empresas conseguiram sintetizar produtos químicos similares a esses extratos naturais e afirmam que eles são mais eficazes no tratamento da doença do que o fitoquímico original.

Eu pessoalmente tenho meu julgamento sobre esse assunto. Deixo em aberto essa questão para reflexão.

Ao revisar a literatura, consolidei minhas convicções sobre o potencial e a importância que esses alimentos singelos, de pouca relevância nas dietas contemporâneas podem exercer tanto na prevenção quanto nos novos tratamentos para uma série de doenças que afligem o homem, onde segundo as pesquisas, mostram seus maiores benefícios.

As ervas, especiarias, frutas, legumes e verduras que consumimos no nosso dia a dia, como o alho, alecrim, cúrcuma, canela, gengibre, pimenta preta, brócolis, repolho, frutas cítricas e muitos outros, contêm fitoquímicos que podem prevenir o aparecimento de diabetes, diversos tipos de câncer, doenças cardíacas, Parkinson e Alzheimer.

Outra questão importante é a quantidade consumida. Em geral, nós Ocidentais não as usamos com bastante frequência e em quantidades suficientes para perceber seus potenciais com agentes preventivos de doenças.  Para obter uma proteção ideal é necessário o consumo diário de ervas e especiarias, as evidências epidemiológicas mostram isso.

Um exemplo disso é a Índia, onde as taxas de câncer, Alzheimer e de doenças cardíacas são as mais baixas do planeta.  A culinária indiana é baseada em uma extensa variedade de ervas e especiarias. Um indiano comum consome em média 10g de especiarias por dia, enquanto um ocidental consome em média 1g por dia.

Os inúmeros tipos de alimentos que a humanidade consome há milhares de anos, se constituem numa vasta farmácia onde podem ser encontradas todas as substâncias químicas e terapêuticas para a prevenção e a cura de todas as doenças. A pesquisa moderna, a epidemiologia, o senso comum e a história confirmam essas evidencias.

Todos os alimentos possuem propriedades que nos fornecem saúde. Tanto os que nos fornecem nutrientes básicos, como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais, quanto aqueles que desempenham uma função protetora, nos provendo de antioxidantes, substâncias antimutagênicas e outras importantes moléculas preventivas de doenças. 

São nesses alimentos que encontramos as substâncias fitoprofílicas, que existem em abundancia nas ervas e especiarias. São essas as substâncias que proporcionam suas cores vibrantes e aromas inebriantes. São essas abençoadas plantas que usamos como temperos para dar sabor aos alimentos e que são ícones das culinárias mais tradicionais do mundo e que há milênios proporcionam prazer e cura à humanidade.

O nosso corpo se beneficia muito mais quando fornecemos um suprimento constante e uma variedade de substâncias químicas naturais, derivadas de plantas.

Entendo as ervas e especiarias como “moléculas medicinais” que nossos processos fisiológicos usam para nos proteger dos estragos causados pelo meio ambiente e processo natural de envelhecimento.

Automedique-se com elas todos os dias e tenha saúde.

Enquanto a medicina curativa ocidental se esforça para encontrar uma solução para cada doença específica, as antigas medicinas Ayurvédica e Chinesa, buscam a prevenção e o equilíbrio de todo sistema, antes que as doenças se instalem. Geralmente os "medicamentos" utilizados para isso são ervas e especiarias, que também são usadas regularmente na culinária.

A boa notícia é que alguns laboratórios farmacêuticos têm se dedicado a pesquisar as substâncias químicas baseadas em plantas para o tratamento de muitas dessas doenças. Inúmeros ativos estão sendo isolados de ervas e especiarias e sintetizados. A má notícia é que são necessários muitos anos para o desenvolvimento de uma nova droga e muito tempo até que ela seja disponível no mercado.

Talvez elas não cheguem à tempo para nos beneficiarmos dos seus potenciais de prevenção e cura.

Enquanto isso, é vital assumirmos a responsabilidade pela prevenção da nossa saúde. Conhecendo os benefícios que as ervas e especiarias trazem para nossa saúde, por que não incorpora-las à dieta? Porque não aproveitarmos todos esses fitoquímicos que a natureza nos oferece em sua forma natural, imediatamente?

Alimentos e remédios devem ser sinônimos!

Comece já a promover a auto-cura do seu organismo. Consuma somente alimentos de verdade, muito bem temperados com todas as ervas e especiarias que você puder encontrar! 

Com base nesses estudos, a Cuesta Sabores desenvolveu sua linha de temperos especiais, com formulações baseadas nas principais culinárias do mundo. 

São produtos inteligentes. Muito bem planejados e estruturados para oferecer eficiência nutricional, sem esquecer do prazer. Cada ingrediente é cuidadosamente estudado para compor formulações que promovam sinergia entre eles e a maximização de seus benefícios à saúde.  
Nossos temperos são totalmente naturais, vegetarianos e veganos, não tem adição de sal, não usamos melhoradores de sabor como as excitotoxinas - (MSG – Glutamanto Monossódico), não possuem corantes artificiais, conservantes ou qualquer química, somente as mais puras ervas e especiarias.

São práticos e deliciosos. Uma solução saudável para você usar no seu dia-a-dia e usufruir de todo potencial preventivo desses "tesouros" que a mãe natureza nos oferece. 

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Tenha uma vida longa, saudável e repleta de energia!

Ozana Herrera





domingo, 5 de novembro de 2017

Os benefícios da cúrcuma à menopausa.

A menopausa é uma mudança natural na vida de toda mulher, que marca o fim da sua habilidade reprodutiva. Isso ocorre geralmente na meia idade, entre os 40 e 50 anos.

Essa transição envolve mudanças hormonais e a redução na atividade dos ovários. Os óvulos não são mais liberados e a produção de hormônios e o fluxo menstrual são reduzidos.

A peri-menopausa é o período de transição que antecede o último ciclo menstrual e quando a mulher já começa a enfrentar os sintomas associados à menopausa, devido aos níveis hormonais erráticos. A pós-menopausa é o período após o ciclo menstrual final, quando o fluxo menstrual é interrompido por mais de um ano.

Períodos menstruais irregulares, ondas de calor, palpitações, insônia, suores noturnos, pruridos, atrofia e secura vaginal, urgência de urinar e fadiga são sintomas comuns da menopausa. Os efeitos psicológicos devido aos níveis inadequados de hormônios incluem entre outros, depressão, ansiedade, irritabilidade, perda de memória e problemas de concentração. As mulheres na pós-menopausa correm maior risco de osteoporose, doenças cardíacas, degeneração macular, glaucoma, câncer de cólon, etc. No entanto, os sintomas da menopausa diferem de mulher para mulher.


No Ocidente cerca de 75% das mulheres padecem com alguns desses sintomas. Como a menopausa não é uma doença, não requer nenhum tratamento. O que se aplica são diversas alternativas para controlar e amenizar os sintomas.

As terapias de reposição hormonal (TRH), os antidepressivos e os medicamentos para controle da pressão arterial são comumente prescritos para lidar com sintomas relacionados à menopausa.

Para as mulheres que não querem ou não podem usar essas terapias convencionais, existem soluções alternativas na medicina natural, que ajudam muito no controle desses indesejáveis sintomas.

Muitas mulheres têm conseguido controlar a maior parte deles, sem a ajuda de medicamentos, apenas mudando alguns hábitos, tais como incluindo no seu dia a dia a prática de atividades físicas, meditação e relaxamento, mudança nos hábitos alimentares, etc.

A inclusão da cúrcuma (açafrão da terra) na dieta também tem ajudado muito na superação dos sintomas.

A cúrcuma, é conhecida como a “deusa dourada” das especiarias, não só pela sua cor amarelo-dourado e sabor aromático, mas também por suas propriedades curativas. Ela oferece uma ampla gama de propriedades farmacológicas, como antioxidantes, anti-inflamatórios, antimicrobianas, anticancerígenas, etc.

Os curcuminóides são um grupo de compostos responsáveis pela cor amarelo vibrante do tempero.

A curcumina é um ingrediente ativo desse grupo e contribui significativamente para as propriedades curativas da especiaria.

A cúrcuma tem uso terapêutico em vários problemas de saúde, alguns dos quais, mencionados a seguir, são relevantes para a menopausa.

A cúrcuma como fitoestrógeno
Os fitoestrógenos são metabólitos de plantas que imitam ou modulam a atividade do estrogênio no nosso corpo. Os suplementos de fitoestrógenos são sempre sugeridos como uma alternativa à terapia de reposição hormonal. A cúrcuma é um fitoestrógeno de ação comprovada.

A deficiência de estrogênio durante a menopausa pode levar ao risco de muitos problemas de saúde, tais como as ondas de calor, distúrbios do sono, secura vaginal, dores nas articulações, mudanças de humor, redução na densidade óssea, doenças cardiovasculares, etc.

A cúrcuma pode revelar-se útil na redução desses sintomas, pois pode elevar e equilibrar os níveis de estrogênio no organismo.


A cúrcuma como analgésico
A cúrcuma possui um potencial analgésico significativo, comparável aos analgésicos comuns. Em um estudo realizado com animais, comparou-se a atividade do óleo de açafrão com aspirina, e o resultado demonstrou que o óleo de açafrão reduziu o inchaço na pata do animal em 76%, enquanto a aspirina, na mesma dose tinha uma atividade inibitória de 62%.

A curcumina é efetiva na melhora da dor pós-operatória e da fadiga, demonstrando sua atividade anti-inflamatória e analgésica. Sua atividade anti-inflamatória é comparável à do analgésico diclofenaco sódico.

Essa propriedade da cúrcuma pode ajudar a tratar a enxaqueca, dores nas articulações ou dores musculares causadas pela menopausa.

Cúrcuma e ondas de calor
As ondas de calor são uma das queixas mais comuns e afetam cerca de 75% das mulheres na perimenopausa. É uma sensação de calor intenso com muita transpiração e batimentos cardíacos acelerados. Os baixos níveis de estrogênio são considerados os responsáveis por esse sintoma.

Um estudo experimental realizado em mulheres na menopausa relatou que a menopausa e as ondas de calor provocam mudanças bioquímicas no organismo, como a redução da atividade antioxidante. A atividade antioxidante da cúrcuma é tão potente quanto a da vitamina C e da Vitamina E.

A cúrcuma é um dos antioxidantes dietéticos que é sugerido para ser incorporado na dieta feminina, especialmente daquelas mulheres que não podem fazer a reposição hormonal convencional.

A cúrcuma como antidepressivo
Os sintomas depressivos são muito comuns durante a perimenopausa. Os níveis muito baixos de estrogênio e depressão tem pouca ou nenhuma correlação.

Pesquisadores analisaram e confirmaram que fatores como menopausa, insônia, estresse e ondas de calor estão relacionados com sintomas depressivos.

A cúrcuma demonstrou atividades antidepressivas em estudos feitos com animais.

Um estudo clínico realizado na Índia, avaliou a segurança e a eficácia da curcumina como antidepressivo em comparação com a fluoxetina ou Prozac.

Os resultados confirmaram que a curcumina possui atividades antidepressivas comparáveis à fluoxetina, com a vantagem de não causar efeitos adversos.

A curcumina também é eficaz no controle da ansiedade. Sua atividade é comparável ao diazepan. Ela aumenta os níveis de DHA (ácido docoso-hexaenóico) que são vitais para controlar a ansiedade e essenciais para o desenvolvimento e funcionamento do cérebro.

Cúrcuma para infecções vaginais
A fase da pós-menopausa, o declínio nos níveis de estrogênio e a atrofia vaginal podem aumenta a susceptibilidade das mulheres às infecções vaginais. Essas infecções são caracterizadas por pruridos, dores ou coceiras na área genital.

A cúrcuma é um agente microbiano natural. A curcumina provou ter efeito sinérgico com antibióticos no combate de infecções bacterianas resistentes a medicamentos.

Um ensaio clínico foi realizado com 32 pacientes, na faixa de 24-62 anos que sofriam de vaginite. Elas foram tratadas com uma fórmula tópica à base de plantas durante 2 semanas e o extrato de cúrcuma foi um dos principais ingredientes. As propriedades anti-inflamatórias, antibacterianas e antifúngicas do açafrão entraram em ação e em 14 dias após o início do tratamento, as pacientes apresentavam alívio de todos os sintomas e os testes realizados confirmaram a ausência de infecção.

Aumento da imunidade e cúrcuma
O comprometimento da imunidade é um motivo de preocupação para mulheres na pós-menopausa. Uma revisão de 30 estudos mostra que a diminuição dos níveis de estrogênio leva a redução da imunidade e aumenta a vulnerabilidade às doenças autoimunes. Isso aumenta a incidência de doenças como diabetes, aterosclerose e doenças cardiovasculares .

A menopausa cirúrgica também está relacionada com a queda da imunidade e a terapia hormonal pode melhorar essa condição.

Isso sugere que a cúrcuma como fitoestrógeno também pode ajudar na reparação das respostas imunes. No entanto, este não é o único atributo da “deusa dourada” que pode ajudar na imunidade comprometida. A curcumina é um impulsionador do sistema imunológico.

A curcumina tem potentes propriedades imunomoduladoras: pode reduzir os processos inflamátórios, a migração de células ligadas ao sistema imunológico e a produção de substancias químicas pró-inflamatórias, todos os quais ocorrem como resultado de alterações da imunidade que levam ao desenvolvimento de doenças auto-imunes.

Obesidade e cúrcuma
A transição que ocorre durante a menopausa não está apenas limitada a queda de hormônios, sangramento ou imunidade. Também está relacionada com o peso corporal.

A distribuição da gordura corporal é afetada pelas alterações hormonais e a deposição de tecido adiposo na região abdominal é muito comum. Alguns estudos sugerem que a terapia de reposição hormonal pode ajudar a reduzir o ganho de peso. 

Mas se você busca uma opção mais saudável, mais saborosa e segura, sem reações adversas, sugiro que você consuma cúrcuma.

A curcumina promove efeitos anti-obesidade de várias maneiras:
ü  Regula o metabolismo da gordura.
ü  Inibe a formação de gorduras e desenvolvimento de tecido adiposo.
ü  Exerce atividade antiinflamatória e antioxidante que suprime a inflamação no tecido adiposo.
ü  Reduz o risco de câncer relacionado à obesidade, como os de cólon, mama, rim, etc.

Cúrcuma e o coração
As mulheres pós-menopausa são mais propensas a sofrer um ataque cardíaco que os homens. Os níveis reduzidos de estrogênio levam ao aumento das palpitações cardíacas.

A curcumina exerce um papel protetor nas doenças cardiovasculares e é um dos polifenóis alimentares recomendados por seus efeitos benéficos à saúde cardiovascular e sua ação protetora contra o envelhecimento.

Suas propriedades antitrombóticas, antioxidantes e antiinflamatórias ajudam a reduzir o risco de aterosclerose, insuficiência cardíaca e arritmia (batimentos cardíacos irregulares). Os vasos sanguíneos tendem a diminuir com a idade e perder elasticidade. Isso obstrui o fluxo sanguíneo e causa inúmeros problemas cardíacos, como ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais.

A falta de estrogênio também pode afetar a saúde do coração afetando o estado dos vasos sanguíneos. Um estudo realizado por uma equipe japonesa provou que os suplementos de curcumina podem melhorar o fluxo sanguíneo e o funcionamento dos vasos sanguíneos.

A ingestão de curcumina combinada com exercícios físicos podem reduzir o estresse no coração de mulheres pós-menopáusicas, ajudando a liberar fluxo sanguíneo e evitar a obstrução devido ao estreitamento das artérias. A curcumina também é benéfica para aqueles que sofreram de ataques cardíacos. Ela restaura as funções cardíacas e melhora o sistema cardio-vascular.


Saúde óssea e cúrcuma
O consumo de cúrcuma pode ajudar a preservar a saúde óssea da mulher na pós-menopausa. O estrogênio é essencial para a formação óssea. A falta de estrogênio pode reduzir a densidade dos ossos e dentes, o que causa um desequilíbrio entre a formação óssea e absorção de cálcio, que leva a ossos e dentes fracos. Ossos fracos são suscetíveis a fraturas.

Um estudo realizado na Coréia do Sul provou que a perda óssea causada pela deficiência de estrogênio pode ser melhorada pelo consumo de curcumina. Eles sugerem que a curcumina aumenta a densidade óssea em virtude de suas propriedades antioxidantes.

A Universidade do Arizona testou o efeito protetor da cúrcuma em ratos com osteoporose pós-menopausa. Os ratos foram submetidos à remoção cirúrgica do ovário e tratados com extratos de cúrcuma de diferentes composições (41% e 94% de curcuminoides em peso). O extrato com 94% de curcuminoides reduziu 50% da perda óssea causada pela ovariectomia.

Como mencionado anteriormente, a queda nos hormônios femininos leva à diminuição da imunidade e isso pode levar ao aparecimento de artrite reumatoide.

Vários estudos comprovam o potencial terapêutico da cúrcuma contra a artrite reumatoide. Um deles mostrou que a mistura de rizomas de gengibre e de cúrcuma revelam-se melhores do que a indometacina na redução da inflamação ligada à artrite e aos fatores de risco. A cúrcuma reduz a inflamação e simultaneamente ativa o sistema de defesa para reduzir o aparecimento e a progressão da artrite reumatoide. A porcentagem de recuperação da doença foi maior em 10% no grupo da cúrcuma do que o grupo de analgésicos.

Os condrócitos são células presentes nos tecidos cartilaginosos e ajudam no desenvolvimento das células ósseas. A curcumina exerce propriedades condroprotetoras - equilibra a formação e a reabsorção óssea. Devido a este atributo, a cúrcuma previne o desenvolvimento da artrose óssea.

Câncer de mama e cúrcuma
A cúrcuma reduz o risco de se desenvolver câncer de mama. O aumento do peso corporal e os níveis de hormônios femininos são dois fatores que controlam o desenvolvimento do câncer de mama pós-menopausa.

Os fitoestrógenos ou o estrogênio derivado de plantas têm efeito adequado sobre o risco de câncer de mama. Os curcuminoides presentes na cúrcuma têm efeito anticâncer de mama e inibem o desenvolvimento de células cancerígenas.

Devido aos numerosos mecanismos moleculares envolvidos no efeito anticancerígeno da cúrcuma, os pesquisadores sugerem que a curcumina seja administrada como um adjuvante para drogas quimioterápicas no tratamento do câncer de mama.

O tratamento hormonal também aumenta o risco de câncer de mama em mulheres pós-menopausa. Uma pesquisa mostra que a curcumina pode atuar como agente quimiopreventivo e reduzir o risco de desenvolver câncer de mama em decorrência da terapia hormonal.

Dosagem
A melhor maneira de consumir cúrcuma é inclui-la à dieta. Apenas 1 colher de chá de pó de cúrcuma por dia é suficiente, seguro e não causa problemas. Para garantir uma melhor absorção da cúrcuma pelo organismo, é recomendado consumi-lo juntamente com pimenta do reino ou gorduras.

Conclusão
A menopausa é parte de um ciclo natural da vida da mulher. Não é uma doença que precisa ser curada. Seus sintomas variam de intensidade e tempo de duração, de mulher para mulher. Existem mais de 40 sintomas correlacionados à menopausa em suas várias fases. Para uma minoria de mulheres, esses sintomas são implacáveis, terríveis e limitantes. Para a maioria são apenas desconfortáveis e desagradáveis.

As terapias de reposição hormonal são a solução que a maior parte das mulheres adotam. No entanto, elas são uma espada de dois gumes, uma vez que tornam as mulheres propensas a riscos e outras complicações de saúde.

As numerosas propriedades curativas da cúrcuma podem ser úteis para lidar com essa fase da vida e ajudar a reduzir o desconforto durante todos os ciclos da menopausa.

Em média, as mulheres vivem um terço de sua vida na fase pós-menopausa. As propriedades curativas da cúrcuma não se limitam apenas as mulheres na menopausa, mas também a aquelas em breve entrarão nesse estágio e podem prevenir e melhorar muito sua qualidade de vida no futuro, incluindo a cúrcuma em sua dieta o quanto antes. 

E então decidiu incluir a cúrcuma em sua dieta? Não se esqueça que a Cuesta Sabores oferece uma linha de temperos especiais, totalmente naturais, sem adição de sal, glutamato monossódico (MSG) ou qualquer química. Os temperos MAROCCAN e VEGGIE incluem a dose certa de cúrcuma para beneficiar a sua saúde, prevenir doenças e ajudar você a superar os difíceis sintomas da menopausa. 

Cuide bem do seu corpo... é ele o veículo que te leva para todos os lugares do planeta...

Tenha uma vida plena, saudável, feliz e perfeita! 

Ozana Herrera








domingo, 22 de outubro de 2017

Excitotoxinas: o inimigo invisivel que mata neurônios.

Se você consome refrigerantes diet, come salgadinhos flavorizados, é fanático por fast food e toma café com adoçante, depois que ler esse artigo, existem boas chances de você não querer nunca mais passar perto desses alimentos.

Porque? Talvez você desconheça, mas bebidas com baixas calorias, snacks altamente saborizados e alimentos processados de todos os tipos contêm substâncias conhecidas como “excitotoxinas”, que podem estar causando inúmeros problemas para a sua saúde sem que você tenha conhecimento.

As excitotoxinas são uma classe de produtos químicos (geralmente aminoácidos), que estimulam os receptores neuronais.
Esses receptores tem a importante missão de fazer com que as células do cérebro se comuniquem entre si. Quando essas células ficam expostas às excitotoxinas, elas disparam impulsos a uma velocidade tão rápida que se exaurem. E várias horas depois de tanta excitação, esses neurônios morrem por exaustão. Os cientistas observaram que esse efeito ocorre particularmente no hipotálamo e lobos temporais – partes do cérebro que controlam o comportamento, as emoções, o ciclo de sono e a imunidade.

As células cerebrais não são as únicas partes do nosso corpo que estão sendo aceleradas. As excitotoxinas também estimulam o nosso paladar e foi isso que as tornou tão atraentes para as indústrias de alimentos.

As substâncias químicas contidas nas excitotoxinas, estimulam as papilas gustativas na língua e atuam nas células encarregadas da sensação de sabor, fazendo com que o gosto dos alimentos que ingerimos seja muito melhorado.

Nada escapa dessa poderosa indústria.
Sopas prontas, caldos em tabletes, salgadinhos, macarrão instantâneo, biscoitos, carnes temperadas, papinhas para bêbes,  pratos prontos congelados, iogurtes, sucos, embutidos (frios, linguiças, salsichas, etc.), queijos, temperos prontos, molhos, pipoca de microondas, etc. Muitos alimentos processados com baixos teores de gordura, sem glúten, sem lactose, vegetarianos, “naturais”, com apelo de "saudáveis", praticamente todos são fabricados com “potencializadores de sabor” para faze-los irresistíveis ao nosso paladar.

Não tem como fugir. O fato é que a maior parte dos alimentos processados existentes no Brasil e no mundo, são propensos a conter excitotoxinas como o Glutamato Monossódico (MSG) e aspartame. Segundo especialistas, esses mesmos alimentos são frequentemente culpados por causar dores de cabeça, retenção de líquidos, problemas de pele e outras queixas de saúde que alguns consumidores experimentam.

Existem algumas pessoas que tem alergias sérias ou fortes reações ao consumir MSG, chegando ao ponto de parar em pronto socorro e muitas vezes não ter ideia de que o motivo é esse. A intolerância da maioria não chega a esse nível, mas muitos que são sensíveis às excitotoxinas experimentam dores de cabeça (incluindo enxaquecas), erupções cutâneas ou sintomas de “ressaca” ao consumir alimentos com esse ingrediente.

Quem come regularmente em restaurantes, consome comida congelada, frios e embutidos, toma bebidas dietéticas ou come barrinhas e salgadinhos dietéticos, provavelmente ingere quantidades significativas dessas substâncias. Infelizmente, as excitotoxinas são tão prevalentes nos alimentos industrializados modernos, que é praticamente impossível evita-las.

Segurança alimentar
As excitotoxinas vem sendo usadas há muito tempo pelos fabricantes de alimentos em todo mundo para melhorar o sabor de seus produtos. E estes insistem que essas substâncias são seguras.

Entretanto, nos últimos anos, muitos especialistas em saúde passaram a considerar as excitotoxinas e as garantias dos fabricantes uma crescente preocupação de saúde pública.

O Center for Science in the Public Interest (CSPI) dos USA, colocou o MSG e o aspartame na sua lista negra de aditivos alimentares e muitos sites na internet também alertam dos perigos e abordam esse assunto.

Inúmeras pesquisas realizadas com animais, sugerem que o consumo regular de excitotoxinas durante um longo período de tempo pode destruir um número significativo de células cerebrais e levar a sérios problemas de saúde, incluindo convulsões e derrames.

Em seu livro "Excitotoxins: The Taste That Kills", o neurocirurgião Russel L. Blaylock, associa distúrbios neurológicos humanos, como esclerose múltipla, doenças de Alzheimer e Parkinson com o consumo de excitotoxinas.

O médico George R. Schwartz, autor do livro “In Bad Taste: The MSG syndrome”, acredita que existem três categorias gerais de sintomas que resultam do consumo de MSG:


Sintomas alérgicos


Sintomas periféricos

Sintomas Ligados ao Sistema Nervoso Central
Erupção cutânea
Urticária
Asma, falta de ar
Espirros
Coriza

Enrubescimento (calor)
Aperto do maxilar
Dor de cabeça
Batimento cardíaco acelerado
Aperto do peito
Diarreia, cólicas no estômago
Artrite

Depressão
Insônia
Confusão
Paranoia


Consumo inevitável
Pequenas quantidades de MSG podem ser encontradas naturalmente em muitos alimentos comuns, como algas marinhas, cogumelos, alguns grãos, cenouras, carnes, nozes e queijos. No entanto, no seu estado natural, o MSG é lentamente assimilado pelo corpo humano e quebrado no processo digestivo, portanto os níveis de concentração são baixos e pouco deletérios. No entanto, nos alimentos processados, o MSG é altamente concentrado. Quando as pessoas consomem esses alimentos, bombardeiam suas células cerebrais com grandes quantidades de excitotoxinas, suficientes para causar um problema real.

O aspartame é usado principalmente como substituto do açúcar e é comumente encontrado em muitos refrigerantes dietéticos, doces, balas e chicletes sem açúcar. De acordo com o FDA existem mais de 90 sintomas documentados sobre a toxicidade do aspartame, que vão desde dor de cabeça leve até estados de coma e mortes. Outros sintomas associados ao aspartame incluem dores (musculares, tendíneas e ligamentares), cólicas, vertigem e zumbido nos ouvidos. Níveis elevados deste aminoácido podem causar graves distúrbios no sistema nervoso central e no cérebro.

Existem também outros problemas. Uma vez dentro do corpo, o aspartame muda quimicamente para formaldeído, uma substância que é agrupada na mesma classe de venenos como o cianeto e o arsênico. E quando um alimento contendo aspartame é aquecido a mais de 86°C (por exemplo, chocolate quente artificialmente adoçado), forma-se um subproduto que causa câncer cerebral chamado dicetopiperazina.

A indústria de alimentos e o FDA argumentam que, no caso do MSG e do aspartame, uma pessoa teria que consumir uma enorme quantidade de excitotoxinas para causar sérios efeitos nocivos. Mas Blaylock afirma que isso não é necessariamente verdadeiro. Seu livro cita pesquisas sugerindo que "a quantidade de MSG em uma única tigela de sopa industrializada é provavelmente o suficiente para que os níveis de glutamato no sangue de uma criança humana sejam mais altos do que os níveis que causam danos cerebrais em animais de laboratório”.

Segundo Baylock, a grande ameaça é o fluxo constante de excitotoxinas que recebemos diariamente de vários alimentos e bebidas, muitas vezes involuntariamente. O que torna uma pessoa mais resistente às excitotoxinas é a habilidade de produzir grandes quantidades de antioxidantes, o que ajuda a aumentar a resistência às excitotoxinas e dar tempo de recuperação ao sistema danificado.

Especialistas concordam que as crianças são mais suscetíveis ao dano causado pela excitotoxina. O cérebro de uma criança é quatro vezes mais sensível do que o de um adulto. Uma pesquisa realizada por neurocientistas da Universidade de Washington, apontou que embora qualquer dano cerebral permanente não seja evidente até que a criança esteja mais madura, as reações imediatas às excitoxinas podem incluir distúrbios comportamentais como Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade, problemas com aprendizado, cólicas estomacais, depressão e náuseas.

Recuperação dos neurônios lesados
Nesse momento, provavelmente você já despejou no ralo todas as bebidas diet da sua geladeira e jogou no lixo todas as sopas, macarrão instantâneo e salgadinhos do seu armário. E deve estar preocupado por ter comprometido a sua saúde para sempre.

Não se assuste. Mesmo pessoas com hábitos alimentares impecáveis estão expostas às excitotoxinas de alguma maneira nesse nosso planetinha consumista. Ninguém escapa a elas. Mas ciente de sua existência e dos males que causam à nossa saúde, você agora pode decidir o que coloca dentro do seu corpo e tem conhecimento suficiente para equilibrar as suas escolhas.

Comer eventualmente o seu fast food preferido carregado de MSG ou beber esporadicamente um refrigerante diet, não vai matar todos os seus neurônios. Mas se essa for a sua dieta constante, isso será um grande problema, com reflexos imediatos na sua saúde e qualidade de vida no futuro.

Uma forma de reverter os danos fisiológicos de uma dieta pesada de em excitotoxinas é simplesmente evita-las e aumentar o consumo dos alimentos que as células usam para reparar as conexões cerebrais, como os alimentos ricos em antioxidantes que contenham altas quantidades de vitamina A, C e flavonoides. Os vegetais verdes e folhosos, como o espinafre, couve, brócolis, repolho e as ameixas, mirtilos, amora e cítricos são ricos em antioxidantes. Todas as ervas e especiarias também são, com destaque especial à cúrcuma.

A Cuesta Sabores conhecendo os males que causam as excitotoxinas ao organismo criou uma linha especial de produtos totalmente isentos de MSG, aspartame ou quaisquer químicas deletérias à saúde. São temperos, pestos, sais temperados, grãos integrais, farinhas, castanhas e frutas secas totalmente naturais, com a carga de antioxidantes que você precisa para nutrir seu corpo e combater os efeitos nocivos dessas e outras substâncias tóxicas.

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Tenha uma longa, saudável e feliz existência!
Ozana Herrera



domingo, 24 de setembro de 2017

Temperos Medicinais: A gênese

Milênios atrás, quando nossos ancestrais vagavam pelos continentes, foram forçados a se adaptar a uma ampla gama de condições, principalmente ambientais e climáticas. 

Conforme a geografia e o clima do seu habitat variavam as ofertas de alimentos disponíveis para consumo também se alternavam. Cada bioma particular era povoado por vários tipos diferentes de plantas e animais.

Nômades caçadores e coletores
Nessa época, os nossos antepassados nômades viviam sua difícil existência como caçadores e coletores.

Por força da fome e da escassez, cobriam grandes distâncias e cruzavam muitos biomas em busca de alimentos.

Por conta disso, ao longo das eras, antes da formação das sociedades agrárias, a maioria dos humanos consumiam uma grande variedade de espécies vegetais. 

Algumas dessas plantas, certamente foram aquelas selecionadas para serem cultivadas quando se constituíram as sociedades agrárias, pois continham a base de macro e micronutrientes necessários para a sobrevivência, tais como os hidratos de carbono, gorduras, proteínas, vitaminas e minerais essenciais.

Muitas das plantas pungentes consumidas, principalmente aquelas com sabores e aromas fortes e ricamente coloridas, também continham uma série de compostos não nutritivos que ajudavam a combater as infecções, melhoravam os processos fisiológicos e homeostáticos de seus corpos e impediam o aparecimento de doenças crônicas.

Sociedades agrárias
Hoje sabemos que os sabores picantes, cheiros fortes e cores brilhantes, característicos de muitas especiarias, são uma marca registrada dos importantes fitoquímicos que essas plantas carregam.

Esses compostos fornecem uma ampla gama de benefícios de saúde para plantas, animais e humanos. As plantas usam essas características para se protegerem dos ataques de insetos, fungos, vírus e outras ameaças do ambiente, enquanto os efeitos nos animais e humanos são de prevenção de infecções, infestações de parasitas e combate de uma série de outras condições patológicas.

A resiliência que caracteriza muitas dessas espécies é impressionante. Durante os períodos de fome, epidemias e seca, essas são muitas vezes, as últimas plantas comestíveis que sobrevivem. Muitas delas têm sabores extremamente fortes e são muito desagradáveis de se comer. Entretanto, para os nossos antepassados, a escolha era um luxo e na ausência de alternativas mais saborosas, comer essas plantas era frequentemente a única forma de saciar a fome.

Como a natureza é sábia e a capacidade adaptativa inerente ao homem, essa dificuldade resultou em uma involuntária, porém importante forma de automedicação.

Os benefícios de saúde trazidos pela grande variedade de fitoquimicos protetores que essas plantas continham, foram amplificados pela ampla gama de espécies diferentes que esses povos nômades consumiam, quando migravam de uma região para outra. Entretanto, quando as comunidades agrárias começaram a se formar, a variedade de espécies diminuiu e eles se tornaram dependentes de uma pequena seleção de culturas cultivadas e uma variedade limitada de plantas comestíveis que habitavam os seus entornos.

As ervas e especiarias, muitas das quais possuem poderosas propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias, foram inestimáveis para essas sociedades primitivas. Hoje é sabido que infecções e inflamações tem associação direta com uma grande variedade de doenças crônicas. Antes do advento das estratégias preventivas que temos hoje, nossos antepassados tiveram que confiar em seu ambiente natural para fornecer proteção e tratamento para as infecções. O ato de mastigar regularmente plantas com cascas e polpas fibrosas poderia ser uma forma natural de limpar os espaços entre os dentes e remover a placa bacteriana, prevenindo as infecções orais.

Algumas ervas e especiarias são potentes microbicidas e antissépticos alguns deles, como o hortelã, a canela e o gengibre, são exemplos de plantas regularmente mastigadas pelos nossos ancestrais, que ajudavam a reduzir a halitose, afastar as dores da fome, reduzir as infecções, oferecer proteção contra vermes e parasitas intestinais e também prevenir inúmeras doenças degenerativas que afligem o homem moderno.

Muitas dessas ervas e especiarias também contribuíram para melhorar a resistência física e agilidade mental. Os nossos antepassados que tiveram acesso a esses alimentos "adaptogenicos" provavelmente foram mais fortes, menos propensos às doenças, melhores caçadores e guerreiros, seus descendentes mais saudáveis, e suas comunidades tiveram taxas de sobrevivência mais altas do que as das comunidades que não tiveram acesso.

Para essas sociedades primitivas, que lutavam bravamente para manter a vida em condições ambientais implacáveis, lutando muitas vezes contra predadores cruéis ou tribos inimigas, as ervas e especiarias foram certamente um fator determinante do sucesso e do crescimento da população em um mundo onde a sobrevivência do mais apto era uma realidade.

Sabores primitivos
Um fator importante que influenciava a palatabilidade das ervas e especiarias aos nossos antepassados ​​eram as intensidades de sabores que existiam entre os diferentes alimentos. Os sabores e aromas da maioria das espécies de frutas, legumes, tubérculos, castanhas e outras plantas consumidas pelas sociedades iniciais eram mais intensas e saborosas do que essas que consumimos hoje em dia.

Na verdade, a maior parte das variedades modernas de hortaliças, legumes, frutas e outras plantas que consumimos atualmente, tem pouca semelhança com as variedades que existiam há milhares de anos: os atuais sabores amargos, azedos e adstringentes que caracterizaram frutas como maçãs, melões, peras e muitos outros foram criados por melhoramento genético ou reprodução seletiva. 

Técnicas que foram “aprimorando” as plantas de forma a priorizar uma qualidade desejada. O emprego dessas técnicas aumentou o teor de açúcar desses frutos e reduziu a quantidade de produtos químicos pungentes que as plantas produziam como defesas contra os ataques de micróbios e insetos. Em outras palavras, nossos antepassados ​​estavam muito mais acostumados a comer frutas e legumes que tinham menos açúcar, mas sabores mais picantes do que muitos dos que estão disponíveis atualmente.

À medida que as tribos de caçadores e coletores foram deixando de ser nômades e passaram a viver em sociedades agrárias, o consumo de ervas e especiarias começou a mudar. 

Com o cultivo e técnicas de armazenamento de alimentos para uso em tempos de escassez, as comunidades eram menos obrigadas a comer alimentos intragáveis como seu último recurso, como os nômades necessitavam. 

Em vez disso, as especiarias tornaram-se apreciadas por seus aromas e sabores e usados para acrescentar sabor à dieta monótona, baseadas em poucas culturas cultivadas. Não demorou para que os cozinheiros incorporassem as ervas e especiarias em receitas que se tornariam os pratos tradicionais da emergente culinária mundial.

As ervas e especiarias também foram utilizadas para melhorar a palatabilidade de proteínas animais importantes, mas insipidas ou intragáveis, como por exemplo o scargot, um caracol que por milhares de anos foi uma fonte de proteínas valiosa para aqueles que não conseguiam obter carnes mais saborosas ou peixes. Com a adição de um pouco de alho, o scargot se transformou numa iguaria gourmet, que resistiu ao tempo e até hoje é uma elegante experiência gastronômica.

Atração pelas cores
As ervas e especiarias não eram apreciadas apenas por seus sabores e aromas valiosos. Muitos se tornaram corantes alimentares usados para melhorar a aparência dos pratos e torna-los mais atrativos. Na natureza, aparência e sabor andam juntos, somos naturalmente atraídos por alimentos coloridos. 

A maior parte das frutas, tem cores profundas e brilhantes: as frutas cítricas (laranja), ameixas e uvas (roxas), maçãs (vermelho brilhante), bananas (amarelo brilhante), e assim por diante.

Os humanos e outros animais são atraídos primeiramente pela cor e depois pelo aroma, para finalmente serem recompensados pelo sabor, para depois devolverem o favor à planta, espalhando suas sementes para perpetuação da espécie. 

Lindo isso, a gratidão é o que move a natureza.

A culinária tradicional mediterrânea e oriental, incluem especiarias muito coloridas nos seus preparos, como o açafrão, a cúrcuma e a páprica ou ervas frescas de folhas verdes como o manjericão, salsa, hortelã ou tomilho. Nas plantas, as cores ricas e brilhantes, sabores fortes, aromas intensos, são muitas vezes produzidos por poderosos protetores fitoquímicos, como flavonóides, polifenóis e carotenóides, que, quando consumidos regularmente e em quantidades suficientes, fornecem uma ampla gama de benefícios para a saúde.

Conservação, uma prioridade.
Nas sociedades estabelecidas, armazenar colheitas ou preservar a proteína animal para consumo futuro, passou a ser uma prioridade. E mais uma vez as ervas e especiarias entram em cena para ajudar a garantir a segurança alimentar. Elas desempenhavam o importante papel de agente conservante e repelente de insetos para os alimentos armazenados.

Para garantir um fornecimento constante de alimentos e mantê-los preservados para alimentar populações cada vez maiores, foram necessárias outras estratégias.

A secagem foi uma solução e o resfriamento dos alimentos uma alternativa para as comunidades que habitavam latitudes mais altas. No entanto, inviáveis para aqueles que viviam em regiões tropicais, com climas mais quentes e úmidos.

Então o homem foi forçado a ser mais inovador em suas técnicas de armazenamento e descobriu a preservação química, sob a forma de sal e especiarias. Como o sal não estava disponível em todas as regiões, muitas vezes era necessário transporta-lo por longas distancias, dessa forma, as ervas e especiarias muitas vezes, consistiam na única opção.

A ciência já confirmou que muitas plantas culinárias, tipicamente usadas em países mais quentes, possuem fortes propriedades microbianas que ajudam na conservação das carnes ou, quando usadas no cozimento, podem matar micróbios ou neutralizar toxinas de um alimento contaminado. Os mais potentes efeitos antimicrobianos podem ser encontrados no alho, cebola, pimenta da Jamaica, orégano, seguidos do tomilho, canela, estragão, cominho e plantas do gênero capsicum (pimentas e pimentões). A pimenta do reino é um microbicida menos potente, como o gengibre,  erva doce, sementes de aipo e os cítricos (limões, laranjas, etc).

Muitos dos fitoquímicos que protegem as plantas contra insetos e ataques microbianos, são os mesmos produtos que protegem nossos corpos das doenças degenerativas e ajudam a retardar o processo de envelhecimento.

Distribuição geográfica
Curiosamente as ervas e especiarias são mais consumidas em maior variedade em países quentes e úmidos do que em climas mais frios.

Uma justificativa é a maior biodiversidade encontrada em climas quentes e úmidos, e nossos ancestrais que habitavam essas regiões as incorporaram às suas culinárias.

Atualmente a Índia e a Tailândia são os maiores produtores e consumidores de ervas e especiarias, seguidos pelos países mediterrâneos. A fria Escandinávia é o país que consome menos.

A importância do consumo de ervas e especiarias para ajudar a prevenir doenças crônicas e degenerativas tem correlação com os diferentes níveis de utilização desses produtos nas diferentes zonas climáticas. Os países de clima frio, com baixo consumo de ervas e especiarias são também os países mais desenvolvidos e tendem a ter incidências maiores de doenças crônico degenerativas, como Alzheimer, aterosclerose, câncer e diabetes, quando comparados com as populações de países mais quentes.

Essa diferença é significativa mesmo considerando outros fatores dietéticos e de estilo de vida, como alimentação básica, tabagismo, consumismo, meio ambiente, poluição, qualidade de serviços médicos, etc.

Temperos sintéticos
Até há bem pouco tempo, as especiarias desempenhavam um papel importante na culinária e na cura. Se alguém pegava uma gripe, um chá de canela com gengibre e mel era a solução. Os deliciosos doces caseiros sempre incluíam cravo ou canela. Nossas avós sempre mantinham um canteiro com ervas frescas usadas para cozinhar. Salsa, cebolinha, coentro, alecrim, hortelã, manjericão, erva doce, capim limão, pimentas de todo tipo. A minha avó tinha até um pé de urucum e mantinha réstias de cebola e alho frescos, pendurados na sua cozinha.


Infelizmente, de uma geração para outra, esse costume se perdeu e com ele o paladar das novas gerações para esse tipo de alimento.

Como nós gostamos somente do que estamos acostumados, a saudável culinária caseira cedeu seu lugar aos alimentos industrializados, altamente processados, artificialmente coloridos e nutricionalmente pobres.

O sal e o açúcar, tornaram-se mais baratos e onipresentes em todos alimentos processados. Desde muito jovem, nossos paladares se acostumaram com esses altos conteúdos de sal e açúcar, o que inibe a apreciação de outros sabores. Os usos extensivos de corantes baratos, com sabores artificiais pela indústria, aumentaram drasticamente o gosto e o apelo visual dos alimentos.

Para piorar mais esse quadro, inventaram o sintético “quinto sabor”, que tem muitos nomes, mas o mais comum é glutamato monossódico e os edulcorantes, adoçantes artificiais que enganam o nosso cérebro, conhecidos por excitoxinas e que são precursores de muitas doenças crônico degenerativas que nos afligem.

Boa comida, boa saúde
Quando deixamos de incluir as ervas e especiarias nas nossas dietas, passamos a privar nossos corpos de importantes fitoquímicos, que desde os tempos imemoriais foram usados pelos nossos mecanismos fisiológicos e homeostáticos para nos fornecer proteção contra inúmeras doenças.

Felizmente agora, a ciência começou a entender o quanto o consumo regular de ervas e especiarias são valiosos para nossa saúde e bem estar.

Inúmeros estudos mostram que a canela possui efeitos antidiabéticos, o manjericão tem ação antiviral, a cúrcuma, potentes efeitos contra a doença de Alzheimer, o alecrim, ação cardio protetora e muitas outras ervas e especiarias possuem propriedades que promovem a saúde e previnem doenças.

Conforme mostra a história e as evidencias da ciência atual, nós precisamos consumir uma variedade de ervas e especiarias diariamente, para nos sentirmos melhor, para pensarmos melhor, para envelhecermos mais devagar e para ajudar o nosso corpo a resistir aos ataques das doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, Alzheimer e outras doenças crônico degenerativas que tem sido um dos atuais flagelos da humanidade.

Pensando no bem maior de todos, que é a saúde, criamos a Cuesta Sabores. Oferecemos produtos saudáveis, visando a saúde o bem estar das pessoas. Em especial, uma linha de temperos, inspirados nas principais culinárias do mundo, totalmente naturais, sem adição de sal, conservantes, corantes, glutamato monossódico ou qualquer química. Somente as mais puras ervas e especiarias, combinadas sinergicamente para oferecer o melhor que elas podem oferecer em termos de sabor, aroma, cor e nutrientes.

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Tenha uma longa e saudável vida!

Ozana Herrera